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BRASIL EXPORTOU US$ 4,869 BILHÕES NA SEGUNDA SEMANA DE JULHO

Por Priscilla - 16/07/2014 - Breaking News

As exportações brasileiras, na segunda semana de julho (7 a 13), com cinco dias úteis, foram de US$ 4,869 bilhões, com média diária de US$ 973,8 milhões. O resultado é 8% inferior à média de US$ 1,059 bilhão verificado na primeira semana do mês. Houve diminuição nas vendas de produtos semimanufaturados (-26,7%), especialmente, de açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço, e couros e peles. Entre os manufaturados (-16,6%), a queda foi devida, principalmente, a motores e geradores, hidrocarbonetos, açúcar refinado, aviões e laminados planos. As vendas de produtos básicos mantiveram-se praticamente no mesmo patamar da primeira semana, totalizando US$ 568,6 milhões, com destaque para avanços em petróleo em bruto, carne de frango e suína, e fumo em folhas.

As importações, na segunda semana de fevereiro, foram de US$ 5,109 bilhões, com resultado médio diário de US$ 1,021 bilhão. Na comparação com a média da primeira semana do mês (US$ 736,3 milhões), apontou-se aumento de 38,8% motivado, principalmente, pelo acréscimo nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, adubos e fertilizantes, plásticos e obras, instrumentos de ótica e precisão, e farmacêuticos.

A balança comercial da semana registrou déficit de US$ 240 milhões, com média diária negativa de US$ 48 milhões. A corrente de comércio totalizou US$ 9,978 bilhões, com desempenho de US$ 1,995 bilhão por dia útil.

Mês
Nos nove dias úteis de julho (1° a 13), as exportações brasileiras somaram US$ 4,869 bilhões, com média diária de US$ 973,8 milhões. Pela média, o resultado é 11,8% maior que o verificado em julho de 2013 (US$ 904,7 milhões). Houve aumentos dos embarques de produtos básicos (31%), por conta, principalmente, de petróleo em bruto, café em grão, soja em grão, minério de cobre, carne bovina e de frango. Também cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (13,2%), com destaques para semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido, couros e peles, açúcar em bruto, e celulose. Por outro lado, decresceram as vendas de manufaturados (-12,8%), por conta de plataforma de produção de petróleo e gás, automóveis de passageiros, autopeças, óleos combustíveis, motores para veículos, máquinas para terraplanagem, aviões, e medicamentos.

Em relação à média de junho deste ano (US$ 1,023 bilhão), houve queda de 1,2% nas exportações, com declínio nas vendas de produtos manufaturados (-10,8%), enquanto que cresceram as vendas de básicos (4,7%) e semimanufaturados (1,1%).

As importações, em julho, chegaram a US$ 8,054 bilhões e registraram média diária de US$ 894,9 milhões. Com esse desempenho, houve diminuição de 9,4% na comparação com a média de julho do ano passado (US$ 987,2 milhões). Houve queda, principalmente, nas aquisições de veículos automóveis e partes (-35,2%), siderúrgicos (-20,3%), aparelhos eletroeletrônicos (-20,0%), equipamentos mecânicos (-19,5%) e borracha e obras (-14,2%).

Na comparação com a média de junho deste ano (US$ 905,1 milhões), houve retração de 1,1%, com redução nas importações de farmacêuticos (-31,1%), veículos automóveis e partes (-29,5%), equipamentos mecânicos (-13,7%), siderúrgicos (-8,3%), aparelhos eletroeletrônicos (-4%) e borracha e obras (-2,8%).

O saldo comercial de julho está superavitário em US$ 1,049 bilhão (média diária de US$ 116,6 milhões). Já a corrente de comércio, nas duas primeiras semanas do mês, alcançou US$ 17,157 bilhões (média de US$ 1,906 bilhão). Pelo desempenho diário, houve aumento de 0,8% no comparativo com julho passado (US$ 1,891 bilhão) e diminuição de 1,1% na relação com junho deste ano (US$ 1,928 bilhão).

Ano
De janeiro à segunda semana de julho deste ano (131 dias úteis), as vendas ao exterior somaram US$ 119,634 bilhões (média diária de US$ 913,2 milhões). Na comparação com a média diária do período equivalente de 2013 (US$ 928,2 milhões), as exportações retrocederam em 1,6%. As importações foram de US$ 121,076 bilhões, com média diária de US$ 924,2 milhões. O valor está 3,2% abaixo da média registrada no período correspondente de 2013 (US$ 954,5 milhões).

No acumulado do ano, o saldo da balança comercial está deficitário em US$ 1,442 bilhão, com resultado médio diário negativo de US$ 11 milhões. No período equivalente de 2013, o saldo foi negativo em US$ 3,496 bilhões, com média diária de US$ 26,3 milhões. A corrente de comércio soma, em 2014, US$ 240,710 bilhões, com desempenho diário de US$ 1,837 bilhão. O valor é 2,4% menor que a média aferida no período correspondente do ano passado (US$ 1,882 bilhão).

http://comexleis.com.br/news/?m=20140716

 

INTERAÇÃO DIGITAL E TECNOLOFIA AUXILIAM NA REDUÇÃO DE R$ 50 BILHÕES EM CUSTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO

O Portal Único do Comércio Exterior, lançado em maio de 2014, foi criado pelo Governo Federal e busca reformular e agilizar os processos do setor. Para Ricardo Estevam, sócio da GETT, tecnologia é melhor indicação para otimização de resultados Uma avaliação feita pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostra que, em médio prazo, a utilização do portal Único de Comércio Exterior irá reduzir em R$ 50 bilhões os custos das empresas do setor. Lançado em maio deste ano, a ferramenta tem por objetivo facilitar importações e exportações, com processos mais eficientes e integrados.O portal irá integrar diversos órgãos ligados ao Comércio Exterior, visando reduzir prazos e custos, dar maior transparência e simplificação às ações. Ricardo Estevam, sócio da GETT, empresa de tecnologia com foco no setor, acredita que soluções simplificadas, sejam elas governamentais ou de empresas particulares, são grandes aliados das companhias que importam ou exportam produtos.“A tecnologia, sem dúvida, é o melhor caminho para a melhoria dos processos das empresas. Um ERP específico, que atenda às particularidades do Comércio Exterior, por exemplo, é fundamental para garantir agilidade e precisão nas informações. É muito importante que o Governo Federal busque simplificar os trabalhos, mas começar pela própria empresa pode ser a forma mais fácil e rápida de reduzir custos e melhorar a receita”, aponta.No último mês, o MDIC também lançou o portal Brasil Export–Guia de Comércio Exterior e Investimento que unifica as informações sobre o setor. A partir dele, espera-se consolidar os dados relacionados à busca de novos parceiros comerciais e de diversificação da pauta de exportação, além da captação de investimentos estrangeiros para o Brasil.Sobre o Portal Único de Comércio Exterior Através do Portal, o Governo Federal pretende reformular toada a sua atuação sobre as operações do Comércio Exterior brasileiro. Entre as etapas que fazem parte do projeto está o Portal Siscomex, que foi o primeiro passo para a implantação das mudanças. Ele é responsável pela interação entre o governo e os operadores o setor apresentará mudanças e melhorias ao longo do tempo. Sistemas de gestão, como o SMARTER, criado pela GETT, podem ser integrados a ele, facilitando o acesso e recuperação de dados.Todos os setores que compões o Siscomex, bem como os sistemas governamentais destinados à obtenção de autorizações, certificações e licenças para exportar ou importar estão presentes no Portal. Por meio dele é possível ter acesso simplificado às normas que regem as importações e exportações brasileiras, organizadas por órgão responsável pela edição ou administração da norma em questão. Sobre a GETT A GETT Tecnologia é líder em sistemas de Nota Fiscal eletrônica para empresas de Comércio Exterior. Fundada em 2008, em Blumenau (SC), o foco da companhia está concentrado no desenvolvimento de sistemas que resolvem problemas reais, que simplificam os processos e substituem o trabalho manual, aumentando a produtividade e melhorando a qualidade da gestão de seus clientes.Com mais de 150 clientes em todo o território nacional, a GETT atende a importadoras, distribuidoras de importados, exportadoras e despachantes aduaneiros, que no total, já somam mais de 20 mil declarações de importação processadas e mais de 80 mil horas de trabalho manual economizadas.

http://portogente.com.br/noticias-do-dia/interacao-digital-e-tecnologia-auxiliam-na-reducao-de-r-50-bilhoes-em-custos-do-comercio-exterior-brasileiro-82792

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