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Segundo maior da Europa, Porto de Antuérpia é tema no Santos Export

Por Imprensa - 13/09/2017 - Breaking News

SANTOS – Um panorama geral sobre o Porto da Antuérpia, segundo maior da Europa para o frete marítimo internacional, foi apresentado por seu representante no Brasil, Ricardo Sproesser, no primeiro painel da 15ª edição do Santos Export – Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos, realizado ontem (12) no Mendes Convention Center.

Localizado na região central no Noroeste da Europa, o porto, que oferece excelente acesso aos principais centros industriais europeus, apesar de não ter terminais portuários automatizados, é considerado o de maior atividade naquele continente.

O Porto de Antuérpia, segundo Sproesser, não realiza agendamento de carga e descarga de mercadorias, como já ocorre no Porto de Santos. No entanto, entre suas peculiaridades, produz energia com capacidade para abastecer tanto o cais, quanto a própria Cidade.

Segundo Sproesser, o Brasil hoje é o sexto maior parceiro comercial do Porto de Antuérpia, que no ano passado movimentou 214 milhões de toneladas entre fluxos de importação e exportação.

MOVIENTAÇÃO

A maior movimentação de cargas, de acordo com ele, refere-se a contêineres. Ela equivale à metade das operações realizadas no porto europeu, seguida de granéis líquidos. Hoje, conforme Sproesser, a movimentação portuária de Antuérpia impacta em 5% o Produto Interno Bruto (PIB) da Bélgica.

Por isso, este ano, segundo o representante do porto no Brasil, a comunidade portuária se juntou ao município, universidades e empresas de tecnologia digital para obter informações importantes sobre as movimentações portuárias em Antuérpia.

Os dados, restritos aos envolvidos nas operações portuárias e, que hoje não estão organizados, no futuro, poderão ser utilizados para uma gestão mais eficiente do tráfego fluvial e também para a expansão portuária.

Para o futuro estão previstos investimentos em acessos terrestres e aquaviários, além de novas tecnologias. Já há uma área rural reservada para novos terminais de contêineres em fase de liberação de licenças ambientais e áreas reservadas para atividades logísticas.

Fonte: A Tribuna-Santos

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